sábado, 13 de abril de 2013
Atacar a celulite de dentro para fora
A celulite é um termo utilizado com frequência para designar um quadro clínico que surge com maior incidência nas mulheres, mas que também ataca os homens, embora em menor proporção.
Caracteriza-se, principalmente, pelo aparecimento de ondulações da pele, dando-lhe o aspeto de “casca de laranja”, sendo o sintoma das inflamações que ocorrem no tecido adiposo subcutâneo e na derme.
Na maior parte dos casos, é difícil identificar as causas dessas inflamações, contudo alguns estudos demonstram que o surgimento da celulite depende de vários fatores, entre eles, a predisposição genética, fatores hormonais, má alimentação, vida sedentária, causando uma circulação sanguínea deficitária, entre outros.
Se tem celulite e desconhece a origem deste problema, recomendo que tenha uma boa alimentação, tendo uma dieta equilibrada e de preferência acompanhada de actividade física regular.
No que diz respeito à alimentação, deve considerar as seguintes recomendações:
- Mantenha o seu corpo sempre bem hidratado. Ingira líquidos, dando preferência à água, bebendo 1,5 a 2 litros por dia. Se desejar alternar com outro líquido, pode optar pelo chá (centelha asiática), mas evite sempre que possível os refrigerantes (mesmo aqueles que são designados “light”) e as bebidas alcoólicas.
- Reduza a adição de sal na confeção dos alimentos e procure não comer alimentos salgados tais como enchidos, enlatados e comidas pré-confecionadas.
- Opte por consumir mais fruta, hortaliças e cereais pouco refinados.
- Coma carne branca e peixe (magro ou gordo), evitando a carne vermelha com muita gordura.
- Reduza a quantidade de gordura e açúcar.
De modo a combater a celulite, deverá seguir estas dicas no seu dia-a-dia. No entanto, não faça dietas restritivas, pois reduz a elasticidade dos tecidos, tornando a celulite ainda mais evidente.
Aconselhe-se com um nutricionista e tenha um plano alimentar equilibrado, de forma a obter melhores resultados de forma mais rápida.
Márcia Freitas, Nutricionista
N.º Ordem 1210N
nutricionistamarciafreitas.blogspot.pt
O meu artigo semanal no Jornal da Madeira
quarta-feira, 10 de abril de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
domingo, 7 de abril de 2013
Menos sal dá mais sabor à vida
Não é nenhuma novidade que o sal em excesso faz mal à saúde. O consumo em excesso está associado à hipertensão, mas também a problemas renais, aumento de peso e até mesmo ao aparecimento de cancro.
Um estudo mostra que, só em 2010, a ingestão de sal esteve associada à morte de mais de dois milhões de pessoas em todo o mundo devido a doenças cardiovasculares. Estes números são preocupantes e devemos fazer mudanças!
Atenção que a quantidade de sal e sódio nos alimentos não são a mesma coisa. As pequenas pedras de sal contêm minerais, sódio e cloro, formando cloreto de sódio que é o nosso sal de cozinha. Contudo, é o sódio que nos causa problemas.
A Organização Mundial de Saúde recomenda que não devemos ultrapassar as 2.000 mg de sódio por dia, o que pode ser encontrado em uma colher de chá (5 gramas) de sal de cozinha.
A ingestão de sódio não está apenas na ingestão de sal de cozinha. Também encontramos naturalmente ou adicionado na composição de vários alimentos, mesmo que eles não tenham sabor salgado.
Por exemplo, se ingerir ao pequeno-almoço: 100g de pão de trigo, uma fatia de fiambre, uma fatia de queijo flamengo e um pouco de creme vegetal para barrar, terá uma ingestão total de 1.068mg de sódio.
Por outro lado, se tiver o hábito de fazer isto no lanche da tarde, já ultrapassou, e bem, os 2.000mg, que é o valor recomendado. Aqui nem estamos a contabilizar a quantidade de sódio presente na confecção dos alimentos.
Comece hoje a reduzir o consumo de sal e explore novas maneiras de preparar os alimentos com menos sal.
Inscreva-se num curso de culinária saudável para ajudar a reduzir o sal mantendo o sabor.
Na Região Autónoma da Madeira, pode encontrar um curso de culinária designado por “Health Kitchen”. Pode encontrar mais informação sobre este assunto no site www.proinov.com.
Márcia Freitas,
Nutricionista
Nº Ordem 1210N
nutricionistamarciafreitas.blogspot.pt
Atenção que a quantidade de sal e sódio nos alimentos não são a mesma coisa. As pequenas pedras de sal contêm minerais, sódio e cloro, formando cloreto de sódio que é o nosso sal de cozinha. Contudo, é o sódio que nos causa problemas.
A Organização Mundial de Saúde recomenda que não devemos ultrapassar as 2.000 mg de sódio por dia, o que pode ser encontrado em uma colher de chá (5 gramas) de sal de cozinha.
A ingestão de sódio não está apenas na ingestão de sal de cozinha. Também encontramos naturalmente ou adicionado na composição de vários alimentos, mesmo que eles não tenham sabor salgado.
Por exemplo, se ingerir ao pequeno-almoço: 100g de pão de trigo, uma fatia de fiambre, uma fatia de queijo flamengo e um pouco de creme vegetal para barrar, terá uma ingestão total de 1.068mg de sódio.
Por outro lado, se tiver o hábito de fazer isto no lanche da tarde, já ultrapassou, e bem, os 2.000mg, que é o valor recomendado. Aqui nem estamos a contabilizar a quantidade de sódio presente na confecção dos alimentos.
Comece hoje a reduzir o consumo de sal e explore novas maneiras de preparar os alimentos com menos sal.
Inscreva-se num curso de culinária saudável para ajudar a reduzir o sal mantendo o sabor.
Na Região Autónoma da Madeira, pode encontrar um curso de culinária designado por “Health Kitchen”. Pode encontrar mais informação sobre este assunto no site www.proinov.com.
Márcia Freitas,
Nutricionista
Nº Ordem 1210N
nutricionistamarciafreitas.blogspot.pt
Este é o meu artigo semanal no Jornal da Madeira.
Publicado no dia 6-04-2013
sexta-feira, 5 de abril de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
sábado, 30 de março de 2013
O stress engorda?
Vários estudos têm demonstrado uma relação de causalidade e efeito entre o stress e algumas doenças, nomeadamente a hipertensão arterial, doenças cardiovasculares e, inclusivo o desenvolvimento de alguns tipos de cancro. Outros estudos revelaram ainda que o stress é um entrave à perda de peso e está mesmo associado à obesidade.
De facto, quando estamos ansiosos ou demasiado preocupados, ocorrem no nosso corpo uma série de reações químicas. Uma dessas reações é a estimulação da glândula adrenal que produz maiores quantidades da hormona cortisol. Esta hormona desempenha funções metabólicas e endócrinas importantes no nosso corpo, contudo se for em excesso causa efeitos adversos. Um desses efeitos negativos é o aumento de peso, especialmente na zona abdominal, que depois cria algumas dificuldades em perder peso.
Geralmente, nas pessoas obesas há uma maior produção desta hormona em relação às pessoas com o peso considerado normal. Um estudo realizado mostrou que, após a ingestão de uma dieta rica em gorduras saturadas, os indivíduos obesos produziram duas vezes mais cortisol. Este aumento pode dificultar ainda mais a perda de peso nestas pessoas.
O stress também reduz a produção da hormona do bem-estar, a serotonina, gerando uma maior vontade de comer doces, de modo a aliviar a dor emocional. Contudo, a ingestão destes alimentos acaba por agravar a situação.
É necessário ter uma alimentação saudável e equilibrada, especialmente rica em zinco, magnésio, hidratos de carbono menos refinados e proteínas, entre outros nutrientes, para ajudar a reduzir os sintomas relacionados como stress.
Uma alimentação saudável deve estar aliada ao exercício físico e ao dormir bem. Para além disso, é fundamental identificar a origem do stress de modo a encontrar uma solução que permita reduzi-lo ou mesmo eliminá-lo.
Não espere por uma crise para descobrir o que é realmente importante na sua vida!
Don’t worry, be happy!
Márcia Freitas,
Nutricionista
N.º ordem 1210N
nutricionistamarciafreitas.blogspot.com
O meu artigo semanal no Jornal da MadeiraMárcia Freitas,
Nutricionista
N.º ordem 1210N
nutricionistamarciafreitas.blogspot.com
Publicado no dia 30-03-2013
Veja mais aqui http://impresso.jornaldamadeira.pt/noticia.php?Seccao=14&id=241386
sexta-feira, 29 de março de 2013
quinta-feira, 28 de março de 2013
quarta-feira, 27 de março de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
Diet ou Light? Qual a diferença?
Quando vamos ao supermercado encaramo-nos com uma enorme variedade de marcas e muitas vezes, na mesma marca temos à escolha o produto tradicional, o diet ou o light.
Os produtos diet são aqueles isentos de um ou mais nutrientes, como o glúten, o açúcar, o sódio (sal), o colesterol, ou a gordura. Estes produtos são indicados para pessoas que têm que seguir uma dieta específica baseada na restrição de um determinado nutriente. Por exemplo, a ausência de açúcar para diabéticos, ausência de gordura para pessoas com colesterol elevado, ausência de sal para hipertensos e ausência de glúten para celíacos. Os produtos diet podem ser utilizados em dietas de emagrecimento e reeducação alimentar, mas vale a pena lembrar que nem sempre a isenção de um nutriente implica uma redução do valor calórico em comparação com o produto tradicional. Alguns até apresentam um valor calórico superior porque podem conter maior quantidade de gordura, mesmo havendo isenção de açúcar a fim de manter o sabor tradicional.
Os produtos light são aqueles com uma redução de, no mínimo, 25% de um determinado nutriente, como açúcar, gordura, etc. Estes produtos são indicados para pessoas que desejam perder peso e controlar a ingestão de calorias. Com esta redução do nutriente, o valor calórico do produto sofre uma redução, em comparação com produto tradicional. Contudo, não adianta comer a dobrar, porque o impacto do produto light ingerido é igual ou superior ao tradicional.
Assim, para qualquer produto diet ou light, o importante é ler os rótulos dos produtos para saber o que está a consumir e compará-los com os produtos originais verificando se efetivamente atendem às suas necessidades.
Márcia Freitas, Nutricionista
N.º Ordem 1210N
nutricionistamarciafreitas.blogspot.pt
O meu artigo semanal no Jornal da Madeira
Publicado no dia 23-03-2013
Veja mais aqui http://impresso.jornaldamadeira.pt/noticia.php?Seccao=14&id=240834
segunda-feira, 25 de março de 2013
Panqueca Saudável
Ingredientes:
1 copo de leite desnatado ou leite de soja original
½ copo de farinha de aveia integral
½ copo de farinha de trigo
1 ovo
Sal a gosto
1 copo de leite desnatado ou leite de soja original
½ copo de farinha de aveia integral
½ copo de farinha de trigo
1 ovo
Sal a gosto
Preparação
Bata todos os ingredientes no liquidificador. Aqueça uma frigideira antiaderente com 1 fio de azeite. Com o auxílio de uma concha, despeje a massa no centro da frigideira. Quando começar a dourar as bordas, vire a massa para dourar do outro lado. Reserve.
Pode armazenar 7 dias no frigorifico ou 30 dias no congelador.
Bom apetite
Para mais receitas destas inscreva-se no HEALTH KITCHEN - Curso de alimentação saudável "Saber Comer"
domingo, 24 de março de 2013
Obrigada pela vossa presença
Sessão de esclarecimento/sensibilização realizado no dia 23 Março, na Junta de Freguesia da Camacha.
Veja aqui a minha entrevista para o Jonal da Madeira
quinta-feira, 21 de março de 2013
Sessão de esclarecimento/sensibilização sobre nutrição
No âmbito do projecto »Camacha Activa e Saudável» terá lugar no próximo sábado dia 23 de Março, pelas 17 horas, na sala de sessões da Junta de Freguesia da Camacha, uma sessão de esclarecimento sobre nutrição. Esté sessão será dada por mim.
As pessoas interessadas em participar na mesma deverão dirigir-se à Junta de Freguesia no dia e hora acima mencionados.
As pessoas interessadas em participar na mesma deverão dirigir-se à Junta de Freguesia no dia e hora acima mencionados.
quarta-feira, 20 de março de 2013
terça-feira, 19 de março de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
Gotas de iogurte
Coloque um iogurte de aroma
magro dentro de um saco de plástico, e
corte a ponta.
Faça gotas num tabuleiro com
papel vegetal.Coloque no congelador durante 1 hora
Para mais receitas destas inscreva-se no HEALTH KITCHEN - Curso de alimentação saudável "Saber Comer".
Saiba mais aqui www.proinov.com
Subscrever:
Mensagens (Atom)



.png)











.jpg)




