domingo, 6 de maio de 2012
sábado, 5 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Vejam aqui a minha rubrica desta semana na RTP Madeira
Vejam aqui a minha rubrica desta semana aqui falo sobre as dietas "milagrosas" que podem fazer mal a saúde. Veja mais AQUI no minuto 12:28
quarta-feira, 2 de maio de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Wraps de salmão
Ingredientes:
4
wraps de compra
4 a 6 fatias de salmão fumado
4 folhas de alface
1 papaia
1/2 pepino
1 cenoura
2 c. sopa molho de iogurte*
Preparação:
4 a 6 fatias de salmão fumado
4 folhas de alface
1 papaia
1/2 pepino
1 cenoura
2 c. sopa molho de iogurte*
Preparação:
Barre os wraps com o molho de iogurte. Corte o
pepino em tiras finas e rale a cenoura. Por cima da pasta com que barrou o
wrap, coloque uma fatia de salmão e em seguida o pepino e por fim a cenoura
ralada. Enrole conforme as instruções da embalagem e agarre com um palito até à
hora de servir ou embrulhe em papel transparente.
* Pode obter a receita do molho de iogurte http://nutricionistamarciafreitas.blogspot.pt/2012/02/molho-de-iogurte.html
* Pode obter a receita do molho de iogurte http://nutricionistamarciafreitas.blogspot.pt/2012/02/molho-de-iogurte.html
sábado, 28 de abril de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Os doentes obesos despendem mais recursos em saúde
Se tem com excesso de peso e está a pensar em perder peso comece já. Ao perder peso vai poupar dinheiro agora e no futuro.
Vejam mais AQUI
quarta-feira, 25 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Lasanha da Horta com atum
Ingredientes (1 pessoa):
50g queijo emmental
25g beringela
25g courgette
25g tomate
25g pimento
q.b. salsa
3 azeitonas pretas
10ml azeite (1c.sopa)
1 c.sob farinha “maizena”
q.b noz moscada, pimenta
Colocar os legumes a refogar em lume brando com a colher de sopa de azeite.
Quando os legumes estiverem cozidos, juntar o atum e as azeitonas.
Num tabuleiro/prato barrado com o molho branco, colocar uma placa de lasanha. A seguir colocar o estufado, e depois o molho branco. Repetem-se as camadas. Na última placa, coloca-se o queijo emmental ralado e cobre-se com molho branco.
Vai ao forno cerca de 30 minutos.
3 placas de lasanha
60g atum (meia lata de atum em água)50g queijo emmental
25g beringela
25g courgette
25g tomate
25g pimento
q.b. salsa
3 azeitonas pretas
10ml azeite (1c.sopa)
Molho branco
125ml leite magro1 c.sob farinha “maizena”
q.b noz moscada, pimenta
Preparação
Lavar, descascar e partir as hortaliças em pedaços (beringela, courgette, tomate, pimento, salsa).Colocar os legumes a refogar em lume brando com a colher de sopa de azeite.
Quando os legumes estiverem cozidos, juntar o atum e as azeitonas.
Num tabuleiro/
Vai ao forno cerca de 30 minutos.
sábado, 21 de abril de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Pera com molho de maracujá
Ingredientes
4 peras
1 colher de sopa de adoçante
6 maracujás
Preparação
Lave e descasque as peras, mantendo-lhes o pé, polivilhe-as com um pouco de adoçante e leve-as a cozer a vapor durante 45 minutos. Espete um palito para verificar a cozedura, retire do vapor e reserve.
Retire a polpa aos maracujás, eliminado as sementes, e coloque num tacho. Leve ao lume e deixe ferver durante 2 minutos. Retire, junte o adoçante e misture. Verta sobre as peras e sirva.
4 peras
1 colher de sopa de adoçante
6 maracujás
Preparação
Lave e descasque as peras, mantendo-lhes o pé, polivilhe-as com um pouco de adoçante e leve-as a cozer a vapor durante 45 minutos. Espete um palito para verificar a cozedura, retire do vapor e reserve.
Retire a polpa aos maracujás, eliminado as sementes, e coloque num tacho. Leve ao lume e deixe ferver durante 2 minutos. Retire, junte o adoçante e misture. Verta sobre as peras e sirva.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
"A Gente se acostuma..."
“A GENTE SE ACOSTUMA…
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à med...ida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.
A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.
Marina Colassanti
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à med...ida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.
A gente se acostuma a acordar sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “hoje não posso ir”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta lá.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.
A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.
Marina Colassanti
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Feliz dia do beijo
Já que hoje é o Dia Internacional do Beijo.
Alguns
especialistas afirmam que beijar é o “ teletransporte para paraíso” , além de ser uma
demonstração de afeto beijar traz benefícios físicos e
psicológicos.
Para cada
beijo movimentamos 29 músculos e queimamos 12 calorias. O beijo diminui o stress
e é uma terapia eficaz para combater a depressão.
Bons beijos para todos;)
quinta-feira, 12 de abril de 2012
A minha Rubrica "Será que podemos abusar na quantidade de azeite no nosso dia-a-dia?"
A rubrica desta semana é:
Será que podemos abusar na quantidade de azeite no nosso dia-a-dia?
Veja a resposta AQUI (minuto 18:40)
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