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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Pratos divertidos e coloridos incentivam as crianças a se alimentarem melhor


Uma pesquisa realizada em parceria entre a Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, e a Universidade Metropolitana de Londres, na Inglaterra, descobriu que mais cores, variedade e até uma disposição divertida dos alimentos incentivam as crianças a se alimentarem melhor.

Essa seria a solução para tornar pratos saudáveis atrativos para os seus filhos. Eles não são apenas adultos pequenos e, por isso, precisamos respeitar suas preferências.
Use sua imaginação para criar desenhos divertidos com os alimentos.

A partir de hoje vou colocar no meu blog ideias de pratos divertidos simples, ricos em vitaminas, sais minerais e fibras!


sexta-feira, 20 de julho de 2012

Prato Divertido :)


Palito + Pepino + Cenoura = Lanche Gostoso!

Que tal fazer isso para as crianças nas ferias? 

Muito Simples, Rápido e divertido!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Monstro das Bolachas vai passar a comer fruta e vegetais

O emblemático monstro azul do programa infantil 'Rua Sésamo', e que adorava bolachas, vai sofrer dieta forçada em Espanha ao abrigo do plano de combate à obesidade infantil.

Frutas e legumes... eis o novo menu disponível para o Monstro das Bolachas na edição espanhola da Rua Sésamo. Uma dieta radical com o propósito de promover, junto dos mais pequenos, hábitos alimentares e gostos mais saudáveis.

Para a endocrinologista Isabel do Carmo, "a decisão é boa porque, para as crianças, tudo o que veem na televisão tem mais força", considerando importante que "no caso das crianças com excesso de peso ou obesas, é preciso retirar-lhes esses alimentos da vista, seja em casa, seja na televisão".

Opinião distinta tem a responsável pela programação infantil e juvenil da RTP, Teresa Paixão, que olha para esta medida como "uma tolice", admitindo tratar-se de "um golpe de marketing". O popular monstro - no seu entender - "pode comer bolachas que até façam bem, que não tenham açúcar em execsso".

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Estudo diz que obesidade infantil continua a crescer

Quem não teve oportunidade de ver o Jornal da Madeira aqui está a minha Entrevista sobre como combater a obesidade infantil:
http://impresso.jornaldamadeira.pt/noticia.php?Seccao=14&id=217202&sup=0&sdata~


A obesidade infantil continua a crescer no país e na Região.
Em Portugal 30 por cento das crianças tem excesso de peso e 10 por cento sofre de obesidade, assim o diz um estudo datado de 2004/5, com crianças entre os 6 e os 9 anos.

Em vésperas do dia Mundial da Criança faz sentido relançar alertas que nunca são demais repetir.

A obesidade traz riscos à saúde, como o colesterol elevado , os triglicérides altos, que podem causar várias doenças, nomeadamente cardiovasculares, alterações da glicémia, ou açúcar no sangue, tensão alta, ou seja, problemas que só apareciam aos 60 anos, estão a aparecer aos 20 e cada vez mais cedo, além dos problemas psicológicos, porque quando se é “gordinho”, os problemas perseguem-nos na escola ou no trabalho.

A nutricionista Márcia Freitas que adoptou o lema “O importante é ser feliz”, deixa aqui algumas soluções para combate ao problema da obesidade e garante que muita coisa está já a ser feita, mas mesmo assim defende a adopção de medidas muito concretas, para que se verifique um retrocesso deste que já é considerado um problema de saúde pública.

Um exemplo do que se tem feito de mais importante é a Rede de Bufetes Escolares Saudáveis, adoptados pelas escolas da Região, um bom trabalho, considera a nutricionista.

O que está a falhar nesta matéria, é a falta de colaboração e as críticas por parte de alguns pais e encarregados de educação, embora alguns até se mostrem satisfeitos com esta política de alimentação das nossas crianças, adoptada pela Secretaria de Educação.
A incompreensão por parte de alguns pais dificulta as medidas adoptadas, embora a nutricionista considere que por vezes é uma mudança tão radical de hábitos alimentares que as crianças se ressentem, mas acrescenta, se os pais têm sugestões a fazer nesta matéria, devem apresentá-las, para que se possa chegar a um consenso e melhorar a alimentação nas escolas.

Márcia Freitas acredita que com o passar do tempo, as crianças acabam por se habituar a uma alimentação saudável.
«As nossa papilas gustativas adaptam-se aos sabores, que devem ser reintroduzidos várias vezes seguidas» e está aí o problema, é que esta prática muitas vezes é esquecida e «aqueles sabores acabam por serem estranhos às nossas papilas e a criança não gosta».

Com insistência consegue-se ultrapassar aquele primeiro momento em que a criança diz que não gosta e acaba por gostar, acrescenta.

Há alimentos de que não gostamos logo à primeira, mas com a introdução frequente, acabamos por gostar e essa prática deve começar desde tenra idade, para habituar as crianças aos sabores dos alimentos saudáveis.

O problema é que muitos pais desistem e se «não gosta, não dou» e é preciso educar, mas sem chantagem, sem castigos, para que os alimentos saudáveis deixem de ser os maus da fita e até uma simples brincadeira, dá bons resultados.

Não vale a pena obrigar, porque eles não chegam lá, acrescenta. É que o trabalho «psicológico» de se obrigar a comer, não funciona. Temos que ir por meios criativos, apesar de na actualidade, não haver muito tempo para isso.

Márcia Freitas diz que pôr a criança a cozinhar, pode ser um bom caminho, mas por vezes a primeira coisa que a criança confecciona é um bolo, mas deve ser um alimento mais saudável, como uma sopa.

O exemplo também aqui vem dos pais que para as crianças são os seus ídolos e há que aproveitar essa situação, ou seja, se na escola ingerem comida saudável, mas chegam a casa e se lhes põe na mesa os fritos, as gorduras, ou alimentos pouco saudáveis que até lhes agrada, é ceder às suas exigências e chantagens, além de não receberem bons exemplos.

Não podemos esperar das crianças aquilo que os adultos não fazem; é preciso que os adultos também se alimentem bem para darem o exemplo.
Outra solução é levá-los a escolher as ementas semanais, porque isso os responsabiliza, ainda que sejam levados a seleccionar alimentos que não sejam inteiramente do seu agrado.
Escolher um vegetal, por exemplo, no supermercado, ou ir à Net, seleccionar ementas ou ou a confecção de pratos, pode ser também uma boa solução.
Inventar maneiras criativas de confeccionar as refeições, é outra excelente ideia.
Alimentação saudável saborosa
A alimentação saudável tem que ser saborosa porque só assim é apetecível.
Confeccionar alimentos apenas em água e sal, torna a comida pouco agradável, insossa, embora se deva reduzir sempre o sal.

As ervas aromáticas, que na sua composição já têm sódio, são aqui uma boa solução.

Quanto à chamada “fast-food”, a nutricionista Márcia Freitas diz que de vez em quando não faz mal, o que é preciso é haver um equilíbrio na alimentação que fazemos, sobretudo porque todo o fruto proibido é sempre mais apetecido e o problema muitas vezes é retirar tudo o que faz mal, o que leva a apetecer mais.

À pergunta porque é que a chamada alimentação de plástico e os doces engordam, a nutricionista responde prontamente: são ricos em gordura e açúcar, com valor calórico elevado, salvaguardando que alguns restaurantes de fast-food já estão a adoptar algumas mudanças na confecção dos alimentos ditos de plástico, e a comida fica mais saudável e saborosa.