Mostrar mensagens com a etiqueta Felicidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Felicidade. Mostrar todas as mensagens
domingo, 8 de julho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
sábado, 16 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Apesar de tudo, não se esqueçam disto:
Sou nutricionista e não há nada melhor do que ver os meus clientes atingir o peso desejado. Mas apesar de tudo, nunca esqueçam disto:

Este número não diz nada a respeito:
- Da pessoa maravilhosa que és
- Do quanto os teus amigos e familia gostam de ti
- De quantas vezes já fizeste rir alguém
Lute sempre para o peso desejado mas não deixe o peso influenciar a sua felicidade. Quando fazer isso vai ver que vai conseguir controlar melhor o seu peso. ACREDITE em SI!!

Este número não diz nada a respeito:
- Da pessoa maravilhosa que és
- Do quanto os teus amigos e familia gostam de ti
- De quantas vezes já fizeste rir alguém
Lute sempre para o peso desejado mas não deixe o peso influenciar a sua felicidade. Quando fazer isso vai ver que vai conseguir controlar melhor o seu peso. ACREDITE em SI!!
sexta-feira, 1 de junho de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
domingo, 20 de maio de 2012
segunda-feira, 14 de maio de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
"A Gente se acostuma..."
“A GENTE SE ACOSTUMA…
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à med...ida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.
A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.
Marina Colassanti
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à med...ida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.
A gente se acostuma a acordar sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “hoje não posso ir”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta lá.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.
A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.
Marina Colassanti
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Feliz dia do beijo
Já que hoje é o Dia Internacional do Beijo.
Alguns
especialistas afirmam que beijar é o “ teletransporte para paraíso” , além de ser uma
demonstração de afeto beijar traz benefícios físicos e
psicológicos.
Para cada
beijo movimentamos 29 músculos e queimamos 12 calorias. O beijo diminui o stress
e é uma terapia eficaz para combater a depressão.
Bons beijos para todos;)
quarta-feira, 4 de abril de 2012
sábado, 31 de março de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
domingo, 25 de março de 2012
A partir de hoje vamos ser mais gratos. Vejam este vídeo
Toda as pessoas sabem disto, mas este vídeo serve para relembrar. Vejo muitas pessoa a ficar afogada com a crise, se você é um(a) destas pessoas aconselho a ver este vídeo. Vamos todos abrir o nosso coração para a vida, que é um presente. Não vive a vida com medo, porque de situações complicadas surge sempre algo maravilhoso.
Um feliz domingo para todos:)
Subscrever:
Mensagens (Atom)










.gif)










